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Edgius — início

Repensar Analytics e tomada de decisão

Não é a IA que toma decisões melhores — são pessoas capacitadas trabalhando com ela. Ajudamos você a construir a cultura que transforma analytics e IA generativa em decisões melhores.

A Edgius em poucas palavras

Construindo uma cultura de decisão orientada a analytics

De orientada a dados
a orientada a analytics

Os dados, sozinhos, não ajudam a tomar decisões melhores.

Analytics utiliza os dados por meio de pessoas capacitadas para gerar os insights necessários a decisões melhores. Boa analytics e boas decisões dependem de muito mais do que apenas dados.

A história dos elefantes

Para evoluir na tomada de decisão orientada a analytics, precisamos encarar os elefantes na sala.

O segundo ato

Um novo rebanho se instalou

Os sete elefantes acima são sobre analytics, e eles não foram embora. Mas a IA generativa chegou rápido e trouxe o próprio rebanho: aquilo que todo mundo na organização já vê, e ninguém coloca na pauta.

42%

das empresas abandonaram a maior parte de suas iniciativas de IA em 2025, contra 17% no ano anterior — com uma média relatada de US$ 7,2 milhões perdidos por iniciativa abandonada.

S&P Global, 2025

20%

das organizações relataram um vazamento envolvendo IA sombra — ferramentas que ninguém aprovou — somando US$ 670 mil ao custo médio do incidente.

IBM, Cost of a Data Breach Report 2025

45%

das amostras de código gerado por IA continham uma falha de segurança, em 80 tarefas de programação e mais de 100 modelos. A taxa de acerto sintático subiu de cerca de 50% em 2023 para cerca de 95%; a de segurança não saiu do lugar.

Veracode, 2025 GenAI Code Security Report

−7,2%

de estabilidade de entrega para cada aumento de 25% na adoção de IA, em cerca de 3.000 profissionais. O acompanhamento de 2025 da DORA constatou que a penalidade de throughput sumiu; o custo em estabilidade, não.

DORA, Accelerate State of DevOps 2024, e seu acompanhamento de 2025

O custo mais silencioso nunca chega a um painel: quanto mais as pessoas confiam em uma resposta, menos a verificam. A Microsoft e a Carnegie Mellon perguntaram isso a 319 profissionais do conhecimento em 2025 e encontraram exatamente essa troca — confiança na ferramenta, em detrimento do pensamento crítico. Nada disso é um argumento contra a IA. É um argumento para nomear o rebanho em voz alta, a única forma que alguém já encontrou de mover um elefante.

Microsoft Research e Carnegie Mellon University, 2025

Elefantes pertencem à natureza, não ao seu escritório!

Sylvain Dufour

Fundador, Edgius

Você consegue identificar o elefante nº 8?

Elefante 8: a lacuna de competências

Nos últimos 2 anos, quanto sua organização investiu em tecnologia para analytics, data warehouse, big data, BI e IA?

Agora, quanto você investiu para capacitar e empoderar as suas pessoas?

A lacuna de competências

Um desafio significativo para o sucesso de empresas e organizações.

59%

da força de trabalho global precisará de treinamento até 2030.

39%

das competências essenciais dos trabalhadores devem mudar até 2030.

63%

dos empregadores veem a lacuna de competências como a maior barreira à transformação dos negócios.

World Economic Forum, Future of Jobs Report 2025

Da tecnologia
ao domínio das competências

O modelo é a menor parte do problema.

A regra 10-20-70 do BCG atribui cerca de 10% do que faz uma iniciativa de IA dar certo aos algoritmos, 20% à tecnologia e aos dados ao redor deles e 70% às pessoas e aos processos (BCG, Closing the AI Impact Gap, 2025). Esses 70% são o trabalho de verdade, e são justamente a parte que a maioria dos programas pula. Automação analítica, BI e IA generativa se pagam da mesma forma: quando pessoas que combinam competências técnicas e humanas sabem o que pedir a elas e o que verificar.

As 10 principais competências essenciais em 2030

World Economic Forum, Future of Jobs Report 2025

  1. 1 Pensamento analítico
  2. 2 Resiliência, flexibilidade e agilidade
  3. 3 Liderança e influência social
  4. 4 Pensamento criativo
  5. 5 Motivação e autoconsciência
  6. 6 Letramento tecnológico
  7. 7 Empatia e escuta ativa
  8. 8 Curiosidade e aprendizado contínuo
  9. 9 Gestão de talentos
  10. 10 Orientação a serviços e atendimento ao cliente
  • Pensamento crítico e resolução de problemas · Power Skills
  • Autogestão · Power Skills
  • Rede humana · Power Skills
  • Uso e desenvolvimento de tecnologia · Technical Skills

De uma organização de indivíduos
à inteligência coletiva

As organizações são mais do que a soma dos indivíduos.

O ativo mais valioso de uma organização são as suas pessoas e a forma como trabalham juntas: a inteligência coletiva. Mas a maioria das organizações não sabe:

Compreender, cultivar e aproveitar essa inteligência coletiva é a chave para liberar o verdadeiro potencial de uma organização.

Como trabalhamos

Avaliar primeiro.
Pilotar pequeno e escalar o que se paga.

A maioria dos programas de IA generativa perde força antes de chegar ao resultado financeiro — o estudo do MIT de 2025 sobre projetos-piloto corporativos aponta 95%. A causa raramente é o modelo. É a distância entre uma ferramenta e o modo como a organização realmente trabalha. É daí que partimos, e provamos o valor em algo pequeno antes de qualquer compromisso maior.

MIT NANDA, “The GenAI Divide: State of AI in Business”, 2025.

A avaliação olha para três coisas ao mesmo tempo

Pessoas

Uma análise de redes organizacionais mostra como o trabalho realmente flui: quem conecta as equipes, onde o conhecimento para de circular e a quem as pessoas de fato recorrem.

Processos

Acompanhamos o trabalho em si — as etapas, as passagens de bastão e os contornos que suas equipes criaram porque o sistema nunca serviu direito. É aí que a automação se paga.

Tecnologia

Levantamos o que você já tem e para o que está pronto: dados, plataformas, governança e as ferramentas de IA já em uso, aprovadas ou não.

01

Avaliar

Algumas semanas, não alguns trimestres. Pessoas, processos e tecnologia examinados juntos, resultando em um retrato claro de onde você está e uma lista curta e priorizada do que vale a pena fazer.

02

Pilotar

Um problema real, um fluxo de trabalho, um resultado mensurável. Pequeno o bastante para terminar, concreto o bastante para provar — ou para descartar, o que vale tanto quanto.

03

Escalar

O que se paga é ampliado, com sua própria equipe capaz de operar, governar e evoluir a solução. Nada importante deveria depender da nossa presença.

Sem longa fase de descoberta e sem decisão de plataforma antes de haver evidência que a justifique.

Enfrentamos esses desafios com Coaching · Tecnologia · Rede humana

Enxergamos analytics e tomada de decisão de forma holística

Tecnologia

para viabilizar a automação, o desenvolvimento cidadão e a IA generativa

Coaching

para capacitar e empoderar as pessoas

Rede humana

para aproveitar a inteligência coletiva

Pronto para construir uma cultura de decisão orientada a analytics?

Empodere as suas pessoas e obtenha um ROI rápido.

Caso de uso

Combinando coaching, tecnologia e análise de redes humanas

  • Uso da Análise de Redes Organizacionais para otimizar os grupos de coaching e aumentar a diversificação da rede humana.
  • Mensuração dos benefícios do Programa de Coaching Analytics-Maker combinado com tecnologia de automação.